27 de mar. de 2008

Conversa entre pé e pênis

O PÉ: "Sabe pênis, eu não me conformo com as injustiças. Eu andei pensando que você é que leva uma vida boa. Você fica ai na cuequinha de seda, balançando para lá e para cá, todo confortável e eu aqui em baixo só me ferro. Eu fico aqui dentro destes sapatos fedidos, vivo dando topadas nas quinas dos móveis, piso na merda e ainda por cima fico cheio de frieiras e cheirando mal"

O PÊNIS: "Pois é pé, mas as coisas não são bem assim. Você está reclamando à toa. Realmente, de vez em quando eu tô aqui quietinho, tranqüilo, aí começo a ouvir uma conversa meio estranha lá fora, então eu levanto para ver o que está acontecendo. O cara me pega, me enfia num buraco escuro e molhado, não sabe se põe ou se tira, se põe ou se tira, se põe ou se tira, com essa indecisão toda de não saber se entra ou se sai, eu fico tonto, vomito e desmaio..."

14 de mar. de 2008

Bom dia!!!
Mais um texto bem interessante que recebi e vou postá-lo pra vocês:
*
A loucura resolveu convidar os amigos para tomarem um café em sua casa. Todos os convidados foram.
Após tomarem o café, a loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- O que é isso? - perguntou a curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira que eu conto até cem e vou procurar, o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.

Todos aceitaram, menos o medo e a preguiça. 1, 2, 3... a loucura começou a contar. A pressa se escondeu primeiro, em qualquer lugar. A timidez tímida como sempre escondeu-se na capa da árvore.

A alegria correu para o meio do jardim, já a tristeza começou a chorar pois não achava um local apropriado para se esconder. A inveja acompanhou o triunfo e se escondeu perto dele, debaixo de uma pedra. A loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O desespero ficou desesperado ao ver a loucura que já estava no noventa e nove, cem... gritou a loucura:

- Vou começar a procurar.

O primeiro a aparecer foi a curiosidade já que não aguentava mais, querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a loucura viu a dúvida em cima do muro sem saber em qual dos lados se escondia melhor. E assim foram a aparecendo, a alegria, a tristeza, a timidez... Quando estavam todos reunidos a curiosidade perguntou:

- Onde está o amor?

Ninguém o tinha visto. A loucura começou a procurar. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do amor aparecer. Procurando por todos o slados, a loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho, começou a procurar entre os galhos, quand derrepente ouviu um grito. Era o amor, gritando por ter furado o olho com o espinho.

A loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do amor e até prometeu servir-lhe para sempre. O amor aceitou as desculpas. Desde então e até hoje...

"O amor é cego, e a loucura sempre o acompanha"

12 de mar. de 2008

Inversão de Valores

Amigos, recebi por e-mail e posto pois creio ser bastante útil àqueles que tanto defendem "direitos humanos".
Bjs...

"Direitos humanos são para humanos direitos - Carta enviada de uma mãe para uma mãe em SP, após noticiário na tv: De mãe para mãe.
Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.

Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência. Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc...

Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro. Enorme é a distância que me separa do meu filho. Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo. Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família.

Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha, para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual.

Olhe, você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma vídeo locadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite. No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo num cemitério da periferia de São Paulo...

Ah! Ia me esquecendo: mesmo também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila porque eu estarei pagando de novo o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.

No cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas 'Entidades' que tanto a confortam, para me dar uma palavra de conforto e talvez me indicar 'Os meus direitos' !' '

Circule este manifesto! Talvez a gente consiga acabar com esta inversão de valores que assola o Brasil!'
Direitos humanos são para humanos direitos."

By Leo