
Olá amigos!!!
Esses dias vinha para o trabalho e pude perceber o quanto essa cidade está maltratada. Nem vou falar que a culpa é do prefeito (embora eu ache que ele é um dos culpados), mas eu vi tanta gente mal-educada que fiquei até mal. São atitudes bobas, beirando o ridículo. Coisas de cavernícolas!
Pra começar, você sai de casa numa bela manhã ensolarada, um calor fdp (desculpem o baixo nível), e, em plena Av. Pres. Vargas, um cidadão - aliás, quem tem esse tipo de ação não deve ser chamado de cidadão. O tratemos como "passante" - então... o passante tenta atravessar, correndo, em meio a carros enfurecidos e ônibus desgovernardos. E o mais trágico de tudo é que o cidadão, ops!, passante, era manco (era ou é, não sei se sobreviveu).
Já no final da avenida você perde alguns minutos preciosos 'graças' aos boçais que teimam em fechar os cruzamentos. E ao transpor essa barreira de 'nervosinhos' você olha para o lado e se depara com um pênis. Isso mesmo. Um pênis. Mole, caído e pelancudo. De um senhor que não lembrou de procurar um pé-sujo para 'aliviar a tensão'. Cena grotesca. Aquela parábola de mijo. Cheiro insuportável quando vários escrotos resolvem urinar na calçada de pedras portuguesas.
Resisto bravamente nessa cidade porca. Obrigado, desculpa e com licença fazem parte da minha língua. Meu chiclete mascado vai para Gramacho e meus dejetos vão para uma estação (só não sei se é a de tratamento ou a das barcas na Baía de Guanabara).
Enfim...
Espaço público é público!
Se pudesse, eu pegaria para mim.
Amigos, inimigos e desconhecidos...
Boçais, educados e indiferentes...
Sou humano, erro!
Mas não aceito falta de respeito.
Esses dias vinha para o trabalho e pude perceber o quanto essa cidade está maltratada. Nem vou falar que a culpa é do prefeito (embora eu ache que ele é um dos culpados), mas eu vi tanta gente mal-educada que fiquei até mal. São atitudes bobas, beirando o ridículo. Coisas de cavernícolas!
Pra começar, você sai de casa numa bela manhã ensolarada, um calor fdp (desculpem o baixo nível), e, em plena Av. Pres. Vargas, um cidadão - aliás, quem tem esse tipo de ação não deve ser chamado de cidadão. O tratemos como "passante" - então... o passante tenta atravessar, correndo, em meio a carros enfurecidos e ônibus desgovernardos. E o mais trágico de tudo é que o cidadão, ops!, passante, era manco (era ou é, não sei se sobreviveu).
Já no final da avenida você perde alguns minutos preciosos 'graças' aos boçais que teimam em fechar os cruzamentos. E ao transpor essa barreira de 'nervosinhos' você olha para o lado e se depara com um pênis. Isso mesmo. Um pênis. Mole, caído e pelancudo. De um senhor que não lembrou de procurar um pé-sujo para 'aliviar a tensão'. Cena grotesca. Aquela parábola de mijo. Cheiro insuportável quando vários escrotos resolvem urinar na calçada de pedras portuguesas.
Resisto bravamente nessa cidade porca. Obrigado, desculpa e com licença fazem parte da minha língua. Meu chiclete mascado vai para Gramacho e meus dejetos vão para uma estação (só não sei se é a de tratamento ou a das barcas na Baía de Guanabara).
Enfim...
Espaço público é público!
Se pudesse, eu pegaria para mim.
Amigos, inimigos e desconhecidos...
Boçais, educados e indiferentes...
Sou humano, erro!
Mas não aceito falta de respeito.
E que o Shrek me desculpe... rs
Um comentário:
Kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Oq mais tem solto pelo RJ é Shrek. risos
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